|
JACOB WILGES e sua família são naturais de Briedel an der Mosel -Alemanha, onde seus ancestrais remontam ao ano de 1519, quando aparece a primeira menção ao nome WILGES na História da Comunidade de Briedel (pg. 277).
JACOB WILGES veio acompanhado de sua esposa Maria Margaretha Polch e de seus filhos PETER, CATHARINA, ANNA MARIA e MARIA ANNA. Seu filho mais velho, HEINRICH WILGES, imigrou em 1854, preparando o caminho para a vinda de seus pais e irmãos.
A chegada da família WILGES ao Brasil ocorreu em 9 de julho de 1856, vindos de Antuérpia no Brigue Barca Lucie. Desembarcam no porto de Rio Grande, na Província de São Pedro do Sul, atual Rio Grande do Sul. Em embarcações menores seguiram viagem para Porto Alegre e depois Rio Pardo, e daí continuaram a viagem em carroças puxadas por bois até a Colônia de Santa Cruz, onde receberam seu lote de terra. Aí construíram seu novo lar e uma grandiosa Família. Hoje encontramos descendentes dos WILGES na maioria dos estados brasileiros. Alguns de seus descendentes tiveram a grafia do nome WILGES alterada para WILLGES, WILLIGES, WILLES, WILLIS e VILLIS.
Este trabalho não limitou-se apenas aos homens, que preservaram o nome da família. Sempre que possível procuramos identificar também os descendentes das mulheres. Por este motivo nossa pesquisa genealógica estaria incompleta, caso não fossem incluídos os descendentes de inúmeras outras famílias de imigrantes alemães residentes em Santa Cruz do Sul, interligadas à família WILGES pelos laços matrimoniais com nossas mulheres. Destacam-se entre elas as famílias AGNES, ASSMANN, BACK, BECKENKAMP, BIESDORF, BREMM, ETGES, FRÖHLICH, GÖRCK e GOERCK, GÖTTERT e GOETTERT, HAAS, HERMES, HILLESHEIM, HOFFMANN, KIRST, KIST, KONZEN, KROTH, MANDLER, MÜLLER, PAULUS, RABUSKE, REIS, SCHNEIDER, SCHWERTZ e SCHWERZ, SEHN, SEHNEM, SIMON. SPIES, STEIN, STÜLP e STUELP, THOMAS, VOGT, WAGNER, WERLANG. Mais informações sobre estas famílias estarão sendo incluídas nos proximos meses.
Este estudo genealógico é o resultado de 4 anos de pesquisas elaboradas por Airton Wilges e Márcia de Aguiar Rabuske e contou com a colaboração de muitos parentes que nos forneceram informações sobre os seus ramos familiares.
As primeiras gerações destas famílias foram pesquisadas na Cúria Metropolitana de Porto Alegre e na Cúria Diocesana de Santa Cruz do Sul, que nos permitiram consultar os livros de registros de nascimentos, casamentos e óbitos. São, portanto, famílias de imigrantes católicos alemães e abrangem o período de 1856 até 1915.
Também foram efetuadas pesquisas no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e nos seguintes estudos de genealogia: DESCENDÊNCIA DA FAMÍLIA KONZEN NO BRASIL, de Roque Konzen, Curitiba, 1999; A SAGA DA FAMÍLIA GOETTEMS, de Mário Hilário Goettems; LIMBERGER – Nossas Raízes, de Emiliano Limberger, Porto Alegre; CEMITÉRIOS DE IMIGRANTES NO VALE DO RIO PARDO, Pastor Armindo L. Müller.
|