MEMBROS DA FAMÍLIA SABOIA NAS F.A

 

 

 

5n98. Kepler Lopes Pompeu. Arquiteto e Oficial do Exército, casou-se a 27/1/1945 com sua prima Cléone Lopes, filha de seu tio materno Walter Lopes Mendonça e de Heloina Lima. No livro O CEARÁ de Antonio Martins Filho e Raimundo Girão, 3a edição(1966), encontramos : "Kepler Randal Pompeu - n. a 25/02/1922. Oficial do Exército, Engenheiro Civil e Construtor em Fortaleza"

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5n118. José Flávio de Paula Pessoa Saboia. Coronel de Exército , Engenheiro Civil e empresário no setor de construção civil, n. em Sobral a 18 de outubro de 1916. Casou-se com Silvia Alves de Melo, natural da Paraiba.

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5n121. Antonio Leopoldo Saboia;

5n122. Vicente Carlos Saboia;

Antônio e Vicente foram alunos da Escola Naval. Creio de Antonio Leopoldo é o Almirante Leopoldo Saboia;

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4n155. José Tomé Viriato de Saboia , n. a 19 de outubro de 1907 em Fortaleza e faleceu inupto, também em Fortaleza, a 23 de dezembro de 1933. Oficial do Exército;

Acerca de seu falecimento, o Boletim do Exército N. 72, de 31 de dezembro de 1933, publicou: " Falecimento de oficial - Homenagem do Exército: Em rádio de 26 do corrente mês, o comandante do 23o Batalhão de Caçadores comunicou o falecimento do Capitão José Tomé Viriato de Saboia, ocorrido em Fortaleza(Ceará), no dia 23 do mesmo mês, às 23,30 horas.

O jovem camarada extinto pertencia à arma de infantaria. Declarado aspirante a oficial em 30-12-925, em 23-1-926 foi promovido a 2o tenente; a 1o tenente em 26-1-928 e a capitão a 16 de junho do corrente ano.

Contava quási 11 anos de serviço, durante os quais conquistou de seus chefes 10 deferências elogiosas que revelam as qualidades de ótimo cidadão militar, conforme se verifica de um dos elogios, que se transcreve, do comando do 3o regimento de infantaria, onde serviu o malogrado companheiro: "Pela lhana educação civil e militar, exato cumprimento do dever e elevado grau de disciplina e dedicação ao serviço público revelados a miúdo na altíssima missão de preparar a guarda da Nação".

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5n283. Aniceto Cruz Santos, nascido em 1911 em Sobral. Almirante da Marinha de Guerra e Engenheiro Naval formado pelo MIT( Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA) foi também Diretor Presidente da Ishikawajima .

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5n284. José Cruz Santos , nasceu em Sobral. Almirante da Marinha de Guerra e Engenheiro Naval formado no MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA), assim como o irmão.

Mons. Vicente Martins a ele assim se refere in Homens e Vultos de Sobral:

"Tenente José Cruz Santos - Oficial da Marinha - Filho do Dr. João da Silva Santos e D. Francisca Saboia Cruz Santos, nasceu em Sobral.

(...)Concluídos os estudos primários e iniciados os estudos de matérias secundárias em sua terra natal, seguiu para o Rio de janeiro, onde matriculou-se na Escola Naval, e fez com brilhantismo o curso de Engenheiro Naval, sendo promovido a 1o Tenente da Marinha de Guerra.

Atualmente acha-se em Comissão do Governo da República nos Estados Unidos da América.

É irmão do Tenente Aniceto Cruz Santos, Oficial da Marinha de Guerra."

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6n328. Julio Saboia de Araujo Jorge. Almirante da Marinha de Guerra, pertence à turma de 1962 da Escola Naval tendo sido declarado Guarda-Marinha em 1965, pertencendo assim à mesma turma de Paulo Frederico Soriano Dobbin, Antonio Leonardo de Almeida Moura da Costa, Clother Souza Breves e Carlos José Câmara Leão, que foram instrutores do Autor em 1972/1973 no Colégio Naval. Foi comandante do Navio Escola Custódio de Melo e em 1999 serviu no posto de Contra-Almirante em Brasília. Atualmente é Vice-Almirante e comanda o 7o Distrito Naval.( Os dados referentes à sua família me foram enviados pela Internet em dezembro de 1999).

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5n313. Henrique Saboia (Henriquinho). Nasceu em Sobral a 20 de setembro de 1925. Almirante da Marinha de Guerra, concluiu a Escola Naval em 1946. Militar brilhante, fez diversos cursos nos Estados Unidos e foi Ministro da Marinha durante o Governo José Sarney. Casou-se com RoseMarie Carvalho Neves(Rose), natural do Rio de Janeiro .

Sobre Henrique Saboia foi publicado no Jornal O Povo, de Fortaleza, com a data de 14 de março de 1985, um artigo intitulado Nova República - Dois cearenses e meio no Ministério de Tancredo, de autoria de Oswald Barroso, o qual reproduzimos em parte.

"(....) Henrique e Otávio Júlio Moreira Lima(Ministro da Aeronáutica) deixaram o Ceará ainda crianças, mas Paulo Lustosa (Ministro da Desburocratização) é um cabeça chata de nascimento e formação(embora tenha passado um ano nos Estados Unidos), representante legítimo da tradição dos Lustosa da Costa. De Henrique quem fala é o seu tio Luis Sabóia, um sobralense da velha guarda, atualmente residindo em Fortaleza.

(...) Quase todos os leitores devem estar mortos de curiosidade para saberem quem é o Ministro da Marinha, anunciado como cearense pelos jornais. Pelo menos, onde está a sua cearensidade. No sobrenome Sabóia, uma pista: deve ser de Sobral. E é.

Henrique Saboia de Albuquerque, filho único de Deocleciano Sabóia e Francisca Rodrigues de Albuquerque. Nascido em Sobral no ano de 1925. Viveu no Ceará até os sete anos de idade. O pai era comerciante, em Sobral, e a mãe, Dona Chiquinha(como era chamada), morreu um ano após o nascimento de Henrique. O menino ficou na casa de um tio(Dr. José Saboia)(nota do Autor: o que não é verdadeiro, pois o Dr. José Saboia era tio do pai de Henrique Saboia), aos cuidados de sua Tia Sinhá(idem), quando o pai se transferiu para o Rio de Janeiro.

Anos depois, Deocleciano, já funcionário da Polícia Civil, no então Distrito Federal, casou-se pela segunda vez, agora com Rosa Albano Dias da Silva, a Rosinha. Mandou buscar, em seguida, o filho para morar com ele. Só muitos anos depois, Henrique voltaria ao Ceará, como visitante. Quem revela é seu tio Luis : " Vez por outra ele vem a Fortaleza visitar a família. Hospeda-se em hotel. A Sobral ele só voltou duas vezes, embora goste muito da cidade".

Luis descreve o novo Ministro como um homem que acima de tudo preza por sua carreira. " A cachaça dele é a Marinha", revela. O pai de sua primeira namorada e futura esposa (uma moça chamada Rose Marie) era almirante, e morava no mesmo prédio de Henrique. Quanto à política, o seu tio o considera um apolítico, " apesar de ser um Sabóia", ressalta.

Em Fortaleza e Sobral, são muitos os parentes de Henrique. Os mais próximos, além do tio, são os primos Ernesto Figueiredo e Maria Saboia. Luis Sabóia está se preparando para ir a Brasília , nos próximos dias, visitar o sobrinho."

O Autor dessas linhas teve o prazer de conhecer o então Capitão-de-Mar e Guerra Henrique Saboia, quando o mesmo esteve no Colégio Naval (Angra dos Reis) em 1972 para visitar seu filho Rodolfo Saboia, que estudava na mesma turma do Autor . Os dados que transcrevo relativos ao Ministro Saboia me foram gentilmente enviados de próprio punho por ele através de carta.

Henriquinho e Rose tiveram:

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5n341. Rodolfo Henrique de Saboia, (FILHO DO ANTERIOR) n. no Rio de Janeiro a 14 de julho de 1955. Oficial da Marinha de Guerra, entrou no Colégio Naval na turma de 1972, a mesma do Autor, e concluiu a Escola Naval em 1978. Atualmente detém o Comando Naval do Nordeste, com sede em Natal, Rio Grande do Norte. (Atualmente está em Washington-EUA, como C.M.G)

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4n190. Caetano Saboia de Albuquerque Figueiredo , n. em Sobral a 13 de abril de 1902 e fal. na mesma cidade a 9 de janeiro de 1968. Foi Cel. Engenheiro do Exército Brasileiro e acerca do mesmo escreveu Mons. Vicente Martins em seu livro Homens e Vultos de Sobral, pág. 95, 2a edição, UFC, 1989: "Capitão Caetano Saboia de Albuquerque Figueiredo - Filho do Dr. Antonio de Paula Pessoa de Figueiredo e D. Antonia Ernestina Saboia de Albuquerque Figueiredo, nasceu em Sobral a 13 de abril de 1902.

São seus avós pelo lado paterno: Dr. José Antonio de Figueiredo e D. Antonia Geracina Paula Pessoa de Figueiredo, e pelo lado materno: Ernesto Deocleciano de Albuquerque e D. Francisca Saboia de Albuquerque.

Fez os estudos primários em sua terra natal, com João Barbosa de Paula Pessoa; o curso de Humanidades no Colégio Cearense em Fortaleza, em 1914, e no Colégio Marista da Bahia, onde concluiu.

A 1o de janeiro de 1922 matriculou-se na Escola Militar de Realengo, no Rio de Janeiro. Dias depois, rebentando a revolução, foi preso no Rio e desligado para Itajubá, onde era comandante o Capitão Luiz Silvestre. De volta ao Rio, respondeu conselho de guerra, sendo excluído do Exército.

Matriculou-se então na Escola de Engenharia de Ouro Preto e depois transferiu-se para a de Belo Horizonte. Estando a cursar o 5o ano, foi chamado pela revolução de 1930 e comissionado no posto de 2o Tenente, a 8 de novembro de 1930, por decreto no 19.395.

Esteve dois meses na Coluna Prestes e depois como Delegado Militar em Brasópolis, fazenda do Dr. Venceslau Braz(Presidente da República).

Terminada a revolução que vitoriosa levou à Presidencia da República o Dr. Getúlio Vargas, foi continuar os estudos no Rio, onde concluiu o curso de Engenheiro Militar, pelo regulamento de 1929.

A sua promoção a 1o Tenente data de 20 de abril de 1934, e a de Capitão de 2 de outubro de 1934.

Conta tempo dobrado: Revolução de São Paulo - 12 de julho a 3 de outubro de 1932 e 18 anos de serviço militar.

É casado com D. Jucelina Antunes e é irmão do Dr. José de Albuquerque Figueiredo, Engenheiro Civil."

Em sua vida militar Caetano Figueiredo foi contemporâneo de Luis Carlos Prestes, Juarez Távora, Siqueira Campos e Eduardo Gomes, entre outros, que mais tarde se destacariam na vida política do Brasil.

Caetano casou-se com Jucelina Antunes (Celina), filho do Cel. Julio Andrade e de Áurea Antunes, natural de Pedra Azul, Minas Gerais e desse casamento não houve sucessão. Desquitou-se e constituiu família com Maria Luiza Ferreira (Maria Luiza de Paula Mendes Vasconcelos), nascida a 13 de fevereiro de 1937 e natural de Sobral.Tiveram(entre outros):

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5n322. Daniel Caetano de Figueiredo (O Autor)(FILHO DO ANTERIOR). Engenheiro Civil, n. em Sobral na Praça Duque de Caxias , conhecida atualmente como Praça do Bosque, a 18 de julho de 1955. Cursou o Primário na Escola Dr. João Ribeiro Ramos, em Sobral. Falecendo seu pai a 9 de janeiro de 1968, transferiu-se para Fortaleza, indo residir com sua tia Maria Figueiredo e ingressou no Colégio Militar de Fortaleza, turma de 1968. Foram seus ex-Comandantes no C.M.F os coronéis Petrônio Maia Vieira do Nascimento e Sá, Haroldo Erichsen da Fonsêca e Hyran Ribeiro Arnt, sendo que os dois últimos atingiram o Generalato.

Prestou em 1971 concurso para o Colégio Naval , em Angra dos Reis, Estado do Rio , onde estudou durante o biênio 1972/73 e depois, aprovado com boas notas , foi em 1974 para a Escola Naval, na Ilha de Villegaignon, cidade do Rio de Janeiro, onde cursou o 2o ano. Retornou ao Ceará em 1977 e ingressou em 1978 no curso de Engenharia Civil da Universidade de Fortaleza(UNIFOR), tendo concluído o mesmo em 1982. De volta ao Rio em 1986, morou algum tempo na residência de Frieda Saboia de Albuquerque e depois retornou em 1989 para Fortaleza e no ano de 1990 voltou para Sobral, sua terra natal. Em 1994 foi aprovado em concurso público promovido pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), sendo Reitor desta o Prof. José Teodoro Soares. A Banca Examinadora foi composta pelos Doutores em Matemática Guilherme Ellery, João Marques e Ubirany. Está vinculado ao Departamento de Matemática e em setembro de 1999 concluiu o Curso de Especialização em Ensino de Matemática, promovido pela UVA. Casou-se em Forquilha a 7 de novembro de 1991 com Maria Veralucia Carneiro (Verinha), natural de Intans, Distrito de Morrinhos, n. a 18 de dezembro de 1955, filha de Miguel Deroci Carneiro (filho de Raimundo Gervásio Carneiro, nascido em 1878 e de Ana Adelaide de Vasconcelos; neto de Joaquim Frederico Carneiro, nascido em 1845 e que foi casado com Maria do Carmo Carneiro) e de Maria Geralda Pinto Carneiro. Maria Veralucia é prima legítima do Poeta, Jornalista e Radialista Antônio Pinto Carneiro, casado com Liduina, que foram testemunhas do casamento do Autor.

Atualmente sou(estou) Coordenador-Adjunto do Curso de Matemática da UVA, em Sobral-CE(Terra do futuro Presidente do Brasil....)

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4n193. Ernesto Saboia de Figueiredo , (MEU TIO)n. em Sobral a 20 de maio de 1917. Foi aluno do Colégio Militar do Ceará, atual Colégio Militar de Fortaleza, em 1937 e em 1938 entrou na Escola Militar de Realengo onde concluiu o segundo ano na Arma de Cavalaria. Foram seus companheiros de turma, entre outros, o ex-Ministro Mario Andreazza, Mauro Borges e José Maria Pinto Duarte, este falecido na campanha da FEB na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Funcionário do Banco do Brasil, onde atingiu, por merecimento, cargos elevados, casou-se com Albetiza Aguiar, natural de Massapê, filha de Joaquim Aguiar e de Maria de Sousa Aguiar, a 27 de fevereiro de 1943.

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5n342. Fernando Antônio Figueiredo Mendes , n. em Fortaleza a 25 de janeiro de 1955. Estudou no Colégio Cristo Rei e depois ingressou no Colégio Militar de Fortaleza, turma de 1968, a mesma do autor . Concluiu o curso da Academia Militar das Agulhas Negras em Resende, Rio de Janeiro, no ano de 1978, sendo declarado Oficial do Exército Brasileiro. Pertence à arma de Artilharia e atingiu o posto de Tenente-Coronel, no Rio Grande do Sul. Fernando Mendes foi para a Reserva em 2002. Casou-se no Rio Grande do Sul com Sônia Maria Chagas Thones, natural de Santiago, R.S.

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4n209. Rubens Monte, General e Engenheiro Militar, n. a 30 de dezembro de 1877 e casou com Delfina Santos, filha de Paulo Delfino Santos e de Maria Santos. Sentou praça a 05/02/1896, foi promovido a alferes-aluno a 24/02/1902, 2o tenente a 10/01/1907 e 1o tenente a 31/12/1908. Tinha o curso de Estado-Maior e era Engenheiro pelo Regulamento de 1898. O general Rubens Monte foi Prefeito de Fortaleza e Deputado Estadual;

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5n455. João Barbosa de Paula Pessoa Mendes, Coronel do Exército da Arma de Artilharia e Engenheiro Militar, nasceu em Sobral a 12 de dezembro de 1916 e casou-se em primeiras núpcias a 31 de julho de 1943 com Maria Izana Pires Chaves, natural de Uruburetama, Ceará, filha do Maestro Ismael Pires Chaves e de Joana Estela dos Santos Chaves. João Barbosa cursou o Colégio Militar do Ceará de 1930 a 1935. Ingressou na Escola Militar de Realengo, RJ, em 1936 de onde saiu Aspirante a Oficial em dezembro de 1938. Matriculou-se na Escola Técnica do Exército(Hoje Instituto Militar de Engenharia-IME), tendo concluído o curso de Engenheiro Industrial de Automóveis em dezembro de 1949, no posto de Capitão. João Barbosa ficou viúvo em 1980 e casou-se em segundas núpcias a 15 de dezembro de 1993 com Sonia Michel Nanni, também viúva, nascida a 10 de abril de 1934, natural de São Paulo, filha de Flamínio Michel e de Rosa Tetti Michel.

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5n456. Manoel Felizardo de Paula Pessoa Mendes, n. em Sobral a 20/09/1918 e fal. em Fortaleza a 13/12/200. Cel. do Exército da Arma de Infantaria e Professor do Colégio Militar de Fortaleza , casou-se com Maria Figueiredo Mendes (Qn194), filha do Dr. Antônio de Paula Pessoa de Figueiredo e de Antonia Ernestina Saboia de Albuquerque. Foi professor de Matemática do Autor em 1968 no Colégio Militar de Fortaleza.

Mons. Vicente Martins assim a ele se refere:

"(...)Fez os estudos primários em sua terra natal e o curso de preparatórios no Colégio Militar do Ceará, onde concluiu a 20/12/1936.

Seguindo para o Rio de Janeiro, matriculou-se na Escola Militar de Realengo a 1o de abril de 1937. Foi declarado Aspirante a Oficial a 12 de dezembro de 1939 e promovido a 2o Tenente a 24/12/1940."

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2n45. José Candido da Guerra Passos . Padre, n. em Aracati a 10 de setembro de 1822. Fez a Campanha do Paraguai de onde voltou com as honras de Coronel por serviços prestados à Pátria. O Barão de Studart escreveu sobre o Pe. Guerra em seu Diccionario Bio-Bibliographico Cearense :" Homem caridoso, mereceu do Presidente José Bento os seguintes honrosos conceitos:

"Já em 1851, por occasião da epidemia da febre amarella, prestou relevantes serviços espirituaes.

Durante a epidemia do cholera nesta provincia offereceu-se e serviu de graça como Capellão do Hospital de Caridade, quando o Capellão effectivo dava parte de doente por medo. Além disto prestou-se como enfermeiro a tratar dos doentes pobres no quarteirão do Outeiro, e por toda parte e a toda hora era prompto em prestar serviços espirituaes. Offerecendo-se para ir à maranguape ou Baturité, logares onde a epidemia lavrava horrivelmente, não acceitei este offerecimento porque havendo outros auxiliares de que eu podia dispôr, e um Padre que não tinha parentes collateraes a sustentar, receei arriscar a vida do Padre Guerra, que tem irmãs de quem é o único amparo.

Elle merece a insignia de Cavalleiro de Christo."

Fal. em Fortaleza a 3 de maio de 1893 e foi sepultado no Cemitério de S. João Batista;

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ARTISTAS EM EVIDÊNCIA(NOSSOS PARENTES)

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6n437. Marisa de Azevedo Monte (Marisa Monte)* , cantora de sucesso, n. a 01/07/1967 no Rio de Janeiro;

* Marisa de Azevedo Monte nasceu em 01 de julho de 1967 no Rio de Janeiro RJ. Estudou piano na infância, aos nove anos ganhou de aniversario uma bateria, e aprendeu violão. Na adolescência, estudou canto lírico e participou de uma montagem do musical Rocky Horror Show, encenada por alunos de teatro do Colégio Andrews, com direção de Miguel Falabella. Em 1985 permaneceu dez meses na Itália para estudar canto, mas desistiu do gênero lírico e passou a cantar musica brasileira na noite, acompanhada de amigos. Nessa época, em Veneza, foi ouvida por Nelson Mota, que seria o diretor de Tudo veludo, seu show de estréia no JazzMania, no Rio de Janeiro, em 1987. O sucesso foi imediato, de público e de crítica. Antes mesmo de gravar seu primeiro disco, foi considerada uma das mais promissoras vozes da musica popular brasileira.

Em 1988 lançou seu primeiro disco, MM ao vivo, pela EMI. O segundo, Mais (1991), marcou sua estréia como compositora e foi bem recebido nos EUA, Japão, Europa e América Latina, impulsionando sua carreira internacional. O disco Verde, anil, amarelo, azul, cor-de-rosa e carvão, lançado em 1994, teve a participação de Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Carlinhos Brown, Nando Reis (Titãs), Laurie Anderson e Naná Vasconcelos. Em 1996 lançou Barulhinho bom (Uma viagem musical), com dois CDs (um ao vivo) e um vídeo em que aparece com Os Novos Baianos, Arnaldo Antunes e Pastoras da Portela, entre outros. Com várias tournées de sucesso no Brasil e no exterior, desde 1994 teve seus discos lançados mundialmente pela gravadora EMI. Entre suas composições se destacam: Ainda lembro, Ao meu redor e Aonde você mora? (as três com Nando Reis); Beija eu (com Arnaldo Antunes e Arto Lindsay); e E.C.T. e Na estrada (ambas com Nando Reis e Carlinhos Brown).

Marisa construiu sua reputação em cima do rigor com que trata sua carreira, evitando expor sua vida privada, aparecendo raramente na televisão, jamais fazendo playback e gravando espaçadamente. Em 1994, publicou um dos principais discos de pop dos anas 90, Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão; da turnê do álbum nasceu o CD duplo Barulhinho Bom, metade dele gravado ao vivo. Pouco a pouco ela sedimentou sua carreira e acabou por estender sua fama até no exterior – em 1996, ela gravou a música "Águas de Março" em parceria com o fã de longa data David Byrney, para a coletânea Red, Hot + Rio. No final de década de 90, ela fundou seu próprio selo, Phonomotor, por onde lançou o disco Tudo Azul, da Velha Guarda da Portela, em que atua também como produtora. O segundo lançamento de seu selo foi seu quinto disco, Memórias Crônicas e Declarações de Amor, publicado em meio à ótima recepção da faixa "Amor, I Love You". O CD vendeu 1 milhão de cópias.

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6n442. Carolina Job Saboia (Carol Saboia)*, n. a 10/03/1975. Cantora de destaque, concluiu a Faculdade de Música pela UERJ. Casou-se com Adriano Saboia;

*(inserir biografia)

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n01. Domingos Carlos de Saboia - Padre, n. no Aracati a 2 de junho de 1804 e fez o curso de Latim com o Pe. Gonçalo Mororó. Ordenado em Pernambuco aos 22 anos , ao voltar ao Ceará foi nomeado coadjutor do Vigário de Aquiraz, Ceará, com residência em Cascavel.

Ao ser instalada a vila de Cascavel a 17 de outubro de 1833, a Câmara Municipal o nomeou Promotor Público. Foi ainda Vigário Colado da freguesia de Cascavel por ato de 11 de abril de 1834 do Conselho do Governo da Província e começou a exercer suas funções a 7 de outubro do mesmo ano; foi, ainda, Deputado Provincial nos biênios de 1838 a 1841, 1846 a 1847 e Deputado Geral na Legislatura de 1848 a 1851.

O Pe. Domingos Carlos de Saboia fal. em Cascavel a 24 de junho de 1862. Padre Domingos deixou filhos.

Segundo nos informou o Dr. Carlos Ernesto Saboia, estudioso e conhecedor da família Saboia como poucos, Raquel de Queiroz escreveu em uma crônica intitulada " Os Padres" dizendo ser descendente do "padre Carlos Saboia ", o que foi confirmado pelo Autor dessas linhas por ocasião da visita que a ilustre escritora fez à Universidade Estadual Vale do Acaraú quando por esta foi homenageada com honrarias e a inauguração do Bosque Rachel de Queiroz, durante a gestão do Magnífico Reitor José Teodoro Soares.

O Jornal Unitário publicou, em data que não conseguimos apurar: "o padre Domingos Carlos de Saboia foi vigário de Cascavel. Era natural do Aracati. Homem corpulento e de modos estouvados, foi chefe do Partido Liberal daquele pequeno município, lutando com fascínoras que cometiam toda sorte de crimes políticos, sendo que o chefe deles, delegado de polícia potentado Joaquim José Pereira, acabou num punhal, de que se fizera digno pelas suas atrocidades. Saboia deixou filhos."

Com certeza "um destes filhos " foi o Dr Carlos Gérson de Saboia, abaixo citado, e que foi bisavô da ilustre escritora Rachel de Queiroz.

1.Domingos Carlos Gérson de Saboia, n. a ...., casou-se três vezes. Foi Promotor Público em Aracati-Ce, Fortaleza e Baturité; foi, ainda, Deputado à Assembléia Provincial de 1864 a 1869. Gilberto Carlos Gerson teve os seguinte filhos:

2. Gilberto Ribeiro de Saboia, filho do anterior com uma filha do Major João Severiano Ribeiro. Formou-se Bacharel em Recife e foi nomeado Promotor em Lavras; foi, ainda, Juíz de Direito em várias comarcas do Ceará, foi fundador e Diretor da Faculdade de Direito do Amazonas, para onde se transferiu em 1899. Casou-se com Josefa Augusto Lima (Zefinha), filha do Major Ildefonso Correia Lima e de Fideralina Augusto Lima( nascida na então Vila de São Vicente Férrer das Lavras, aos 24/08/1832 e falecida aos 16/01/1919, filha de Isabel Rita de São José e do Major João Carlos Augusto, que foi Deputado Provincial).

Gilberto e Josefa(Zefinha) tiveram os seguintes filhos:

3. Domingos Carlos Gérson de Saboia, n. no Sítio Tatu, município de Lavras de Mangabeira-Ce, em 22/04/1888. Formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, em 1913. Foi Professor Catedrático da Faculdade de Medicina do Paraná, regenciando a Cadeira de Dermatologia. Casou-se em Curitiba-Pr, com Stael Rabello de Loyola, a 06/08/1919, e tiveram:

4. Maria de Lourdes de Saboia, Bacharela em Direito e advogada no Rio de Janeiro;

3. Maria Luiza de Saboia, n. no Sítio Tatu a 29/12/1890. Foi a primeira mulher a se formar em Direito no Estado do Amazonas, onde bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, a 05/12/1917, foi, ainda, a primeira mulher cearense a graduar-se em Direito; fal. em Manaus a 24/04/1970;

3. José Maria de Saboia, n. a 09/11/1894. Bacharelou-se em Direito no Estado do Amazonas;

3. Fideralina Teresa de Saboia, n. no Sítio Tatu a 09/10/1894 e fal. em São Paulo a 06/09/1977. Formou-se em Odontologia em Manaus a 29/01/1916; foi professora primária e de francês na Capital do Estado do Amazonas, onde também militou ativamente na Advocacia. Foi a primeira mulher a se formar em Odontologia no Estado do Amazonas, bem como também a primeira mulher cearense a diplomar-se nessa profissão.

Casou-se com Manoel de Oliveira Campos, aos 30/01/1926, e tiveram:

4. Pedro Paulo de Saboia Campos;

4. Manoel Domingos de Saboia Campos;

4. José Geraldo de Saboia Campos;

4. Maria Luiza de Saboia Campos;

4. Maria Tereza de Saboia Campos;

4. Josefa Augusto de Saboia Campos;

2. Francisco Gerson Ribeiro de Saboia, também neto do Major João Severiano Ribeiro;

2. Maria Luiza (Alencar) Saboia, avó da escritora Rachel de Queiroz; filha de Domingos Carlos Gerson de Saboia com Amélia Matos(filha de Francisco José Matos e de Florinda Alencar). Casou-se com .... e tiveram:

3. Clotilde Franklin, descendente da Família Alencar, casou-se com Daniel de Queirós, que foi Juiz de Direito em Quixadá-Ce e faleceu em 1948. Tiveram:

4. Roberto de Queirós, já falecido;

4. Flávio de Queirós, já falecido;

4. Luciano de Queirós, já falecido;

4. Rachel de Queirós, n. em Fortaleza a 17/11/1910, c.c. o poeta Auto da Cruz Oliveira, em 1932, e com quem teve uma filha:

5. Clotilde, n. em 1933 e fal. em 1935;

Rachel de Queirós separou-se do marido em 1939 e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde passou a viver maritalmente com o Médico Oyama de Macedo, até o falecimento deste em 1982;

4. Maria Luiza de Queirós, a caçula, nascida em 1926;

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e). O Cel. JOÃO PAULO SABOIA BURNIER

1.Gilberto de Alencar Saboia, casou-se com Olga Bezerra e tiveram::

2.. Nilza Saboia, c.c. o Brigadeiro Burnier (*) e tiveram:

3. Sônia Saboia Burnier;

3. Regina Saboia Burnier;

3. Ana Maria Saboia Burnier;

3. Alexandre Saboia Burnier;

3. Gilberto Antônio Saboia Burnier , Cel. Aviador, foi comandante da Base Aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul ;

3. João Paulo Saboia Burnier , Cel. do Exército Brasileiro,(vou pegar os dados do senhor em sua Home Page-ano de formatura na Aman, etc, etc - aprimeira vez que tomei conhecimento do vosso nome foi em 93 ou 94, quando v. senhoria seria o chefe da Op. Rio ) casou-se com Lúcia Maria e tiveram:

4. Ana Lúcia Burnier;

4. André Luiz Burnier;

(*)João Paulo Moreira Burnier nasceu no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, no dia 18 de outubro de 1919, filho de Otávio Penido Burnier e de Margarida Moreira Penido Burnier.

Sentou praça em abril de 1939, ingressando na Escola Militar do Realengo (RJ). Em janeiro de 1941 transferiu-se para a Escola de Cadetes da Aeronáutica, pela qual saiu aspirante-aviador em setembro de 1942. Promovido a segundo-tenente em maio de 1943, passou sucessivamente a primeiro-tenente em novembro de 1944 e a capitão-aviador em maio de 1946. Em outubro de 1950 foi promovido a major-aviador e em janeiro de 1957 a tenente-coronel-aviador.

Contrário ao governo do presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), chefiou a Revolta de Aragarças. Posteriormente exilou-se na Bolívia. Em abril de 1960, o Congresso Nacional votou contra o pedido de anistia aos revoltosos encaminhado pela União Democrática Nacional (UDN). De sua parte, os rebeldes, do exílio, declararam não estar interessados em nenhum projeto de anistia. Assim, Burnier só retornou ao Brasil no primeiro semestre de 1961, no governo de Jânio Quadros.

Já promovido a coronel, esteve em 1963 no Panamá, onde fez cursos ligados à instalação de um serviço secreto na Força Aérea Brasileira (FAB). Foi partidário do movimento político-militar que depôs o presidente João Goulart em 31 de março de 1964.

Depois de receber a patente de brigadeiro-do-ar,no governo do marechal Artur da Costa e Silva foi designado, em 1968, para servir na chefia da seção de informações do gabinete do ministro da Aeronáutica. Nesse cargo, durante o primeiro semestre de 1968, foi envolvido no chamado "Caso Para-Sar". Segundo depoimento do capitão-aviador reformado Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, Burnier foi o idealizador das "missões especiais", que teriam por objetivo eliminar sumariamente as pessoas que atiravam objetos contra a polícia do alto dos edifícios do centro do Rio de Janeiro durante as manifestações estudantis iniciadas com a morte do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto, em março de 1968.

Em abril de 1970, já no governo do general Emílio Garrastazu Médici, Burnier assumiu o comando da III Zona Aérea (ZA), sediada no Rio de Janeiro. Em novembro de 1971, diante das repercussões da morte do estudante Stuart Angel Jones, ocorrida, segundo Hélio Silva, em decorrência de torturas nas dependências do Cisa, na Base Aérea do Galeão — área sob jurisdição da III ZA —, Sousa e Melo pediu demissão, sendo substituído pelo brigadeiro Joelmir de Araripe Macedo. No início de dezembro o novo ministro afastou um grupo de oficiais ligados a Sousa e Melo, entre os quais Burnier, que passou para a reserva remunerada. Seu substituto à frente da III ZA foi o brigadeiro Faber Cintra.

Depois de recorrer, sem sucesso, no Supremo Tribunal Federal, contra o ato do presidente Médici, que assinara o decreto transferindo-o para a reserva, Burnier ingressou na iniciativa privada, fundando em 1974, ao lado de outros militares, a Xtal do Brasil, empresa voltada para a industrialização e para a comercialização do cristal de quartzo.

Em setembro de 1980 o ministro da Aeronáutica, brigadeiro Délio Jardim de Matos, indeferiu o pedido feito por Burnier de constituição de um conselho de justificação destinado a apurar seu envolvimento no "Caso Para-Sar". Em 1995, tentou impedir que o livro O calvário de Sônia Angel, de autoria do tenente-coronel reformado do Exército João Luís de Morais, pai de Sônia e sogro de Stuart Angel, fosse colocado à venda. A obra falava da morte de Stuart e também do "Caso Para-Sar".

Ao longo de sua carreira militar, Burnier fez os cursos de tática aérea, de estado-maior da Aeronáutica e da Escola Superior de Guerra (Esg).

Casou-se com Nilza de Alencar Sabóia Burnier, com quem teve seis filhos. Faleceu no Rio de Janeiro no dia 13 de junho de 2000.

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